ARTIGO FINAL
“O Teatro/educação na formação de um ator e na formação integral
de um indivíduo sujeito de direitos”
Para se discorrer sobre o assunto “Arte/Educação” será
feita uma análise da
relação entre a formação artística e profissional de um indivíduo e a
importância da arte como instrumento pedagógico. Dentro desta perspectiva de
análise, destacando o Teatro Educação, será enfatizado o processo de desenvolvimento e o caráter formativo de um estudante,
despertando a consciência individual, harmonizada ao coletivo; no qual, o arte/educador , além de transmitir
“saberes”, deve estar atento ao grito
das realidades infanto-juvenis , guiando o educando para a capacidade de
assimilar, entender, compreender e descobrir as riquezas que traz em si mesmo e
as riquezas do mundo, sendo capaz de fazer a conexão entre o conhecimento
adquirido com sua vida prática; sem esquecer da importância da possível descoberta
de uma vocação profissional de um jovem por meio do teatro.
A ação transformadora que a arte
exerce sobre o indivíduo, traz reflexões e questionamentos, podendo
proporcionar a possibilidade da melhoria da qualidade de vida dos educandos e
de suas famílias, ampliando a acesso à informação e à autonomia sobre seus
direitos e deveres. Considera-se, na maioria das vezes, que em situações de
vulnerabilidade social, o mais importante é somente a ampliação das
possibilidades de participação
sócio-cultural do indivíduo em caráter formativo. No entanto, vale a
pena ressaltar que crianças, adolescentes e jovens que se encontram nessa
situação, em que o acesso à arte e à cultura é restrito, necessitam da
experiência de ter contato com apresentações artísticas durante o processo de
aprendizagem guiado pela Arte Educação, para que possa aprender a apreciar a
arte e se beneficiar de seus reflexos. Esse contato possibilita à criança, ao
adolescente e ao jovem apurar a sua sensibilidade para a
melhor compreensão do mundo e de si próprio, e para o desenvolvimento do seu
senso crítico. Por
outro lado, é fascinante perceber quando
um/a jovem em condições sócio-culturalmente menos favorecidas, assistido pela a
Arte Educação em Teatro, descobre que “quer” e “pode” tornar-se ator/atriz;
sendo que, antes deste contato com a Arte/educação nunca teria imaginado que o
Teatro possui várias possibilidades no campo de atuação profissional; pode ser a
descoberta de um talento que possibilita uma carreira. Da mesma maneira, é
fascinante perceber um/a jovem nessas mesmas condições, que não se interessa em
trabalhar com o Teatro, mas consegue por meio do Teatro Educação, ampliar
a sua visão do mundo além do cotidiano e as possibilidades da formação de seu
pensamento crítico, se conscientizando do seu "protagonismo", se
vendo como agente sujeito de direitos. São considerações que ratificam o Teatro
Educação pode ser um importante recurso para a sua formação integral de uma
pessoa.
Entretanto, questiona-se
muito até onde o arte educador deve
encaminhar o processo para o lado artístico ou até que ponto o ensino artístico
é de menor importância, podendo não
apenas discutir o tema e tentar solucionar a problemática, mas (re)significar
as concepções sobre a formação integral, através da contribuição do Teatro.
Analisar e pesquisar sobre este tema
possibilita uma reflexão sobre até onde a qualidade artística, no processo
formativo da pessoa, contribui para potencializar a forma de expressão e apurar
a sensibilidade e, em alguns casos,
despertar a possibilidade de uma carreira profissional nas Artes Cênicas.
Compreende-se que o
Teatro/educação tende a provocar mudanças importantes nos educandos, uma
transformação individual que reflete num todo; ou seja, na experiência como
aprendiz de teatro, ou na condição de sujeito que visa um mundo melhor,
independente da formação profissional na área. Sendo assim, pesquisar sobre o
Teatro/educação e sua funcionalidade como constituição do sujeito, pode possibilitar, além da compreensão do processo
e sua interface com a transformação social, auxiliar o arte/educador no seu fazer,
para que possa proporcionar reflexões para a sociedade.
Qualidade Artística e o Caráter
Formativo
Dentro da perspectiva da relação entre
qualidade artística e o caráter formativo, vale destacar Ingrid
Dormien Koudela, que questiona “Até que
ponto o orientador de um grupo de crianças e adolescentes deve encaminhar o
trabalho para o lado artístico ou até que ponto o ensino artístico é de menor
importância, considerando-se que está lidando em primeiro lugar, com uma
atividade de caráter formativo?” (KOUDELA, 2011, p. 17). Por outro lado, é
importante ressaltar que a qualidade artística, por meio da técnica e da
estética, deve ser levada em conta, dentro do processo de aprendizagem,
independentemente de se formar atores/atrizes e/ou sujeitos de direitos. Segundo
Koudela (2011), a importância educacional reside em sua natureza intrínseca,
sem precisar de justificativas; como a potencialidade do Teatro no
desenvolvimento intelectual, social e afetivo do indivíduo. Como descreve Koudela (2011)
A
concepção predominante em Teatro Educação vê a criança como organismo em
desenvolvimento, cujas potencialidades se realizem desde que seja permitido a
ela desenvolver-se em um ambiente aberto à experiência. O objetivo é a livre
expressão da imaginação criativa. Na visão tradicional, o teatro tinha apenas a
função de preparar o espetáculo, não cuidando de formar o indivíduo.( KOUDELA,
2011, p. 18).
Entende-se
que o arte/educador deve estimular o educando a pensar, trazendo provocações e
questionamentos, sem a imposição de um pensamento, incentivando-o à formação da
sua consciência individual, em relação ao mundo e a si próprio. O
desenvolvimento do senso crítico de um estudante, está diretamente ligado à
formação do “ator social”, sujeito de direitos e deveres, presente e influente
na sociedade em que se encontra através de seu drama social, e em busca das
transformações necessárias para um mundo melhor. Victor Turner, que é referência
no campo da antropologia, fundador da vertente “antropologia da performance”,
enaltecendo que o enfoque dos gêneros de performances prioriza os eventos
rituais e o teatro como suporte para análise da realidade social; quando se
instaura o drama social como cerne pedagógico, a partir do conflito social;
primeiramente, o surgimento da crise, depois a intensificação da crise, depois
a reparação, e depois a ruptura com a (re)significação. No processo de ensino-aprendizagem,
o arte educador deve se (re)conhecer como mediador, através da arte,
trabalhando ações performáticas e
promovendo vivências de (re)significação.
No
artigo “Arte
educação no Brasil: Realidade hoje e expectativas futuras”,
escrito no final dos anos de 1980, a autora Ana Mae Barbosa relata que a década
dos anos 80 é identificada com a década da educação imposta pela ditadura
militar. Sendo assim, os arte/educadores da época tinham como objetivo de seu
ensino, o desenvolvimento da criatividade como espontaneidade, era compreendido como senso comum da
criatividade, e nunca tinham ouvido falar sobre auto expressão ou educação
estética. Segundo Barbosa, “A mais corrente identificação da criatividade com
auto liberação pode ser explicada como uma resposta que os professores de
arte foram levados a dar para a situação social e política do País.”
(BARBOSA, 1989, pg. 171). A época que Ana Mae escreveu este
artigo, era um momento meio nevrálgico na arte educação; dentro desta
perspectiva, pode-se citar a arte educação modernista e a arte educação pós-modernista,
que são momentos bem demarcados; isso
não quer dizer que hoje não exista educadores modernistas na sua estrutura e no seu modo de expressar;
ou artistas em tempos do modernismo que eram pós-modernistas na forma de expressar a sua
arte; a diferença essencial é que a arte/educação no modernismo tem o
conceito do aperfeiçoamento do “dom” que a pessoa nasce, é direcionada mais à
elite e se preocupa com o que se coloca à apreciação sem a discussão do
conceito do que é arte, e cujo comprometimento é tirar do artista aquele
artista que está dentro dele, não trabalhar o universo externo porque pode trazer
uma certa impureza. Já o pós-modernismo tem uma preocupação voltada mais para
campo social e político; onde o comprometimento é formar sujeitos politizados e
com pensamento crítico das coisas, e da realidade do mundo que o rodeiia, sendo
capaz de uma atuação com seu protagonismo na sociedade.
A qualidade artística de uma ação,
além da técnica, está embasada no processo e sujeito à transformações até que
se conclua. Mas o que é considerado uma encenação teatral de
qualidade artística? Richard Schechner avalia
que:
“Alguns
grupos e artistas fornecem formalismo, outros realismo-naturalismo nos seus
limites cotidianos; alguns apresentam complexas histórias sociais e políticas;
alguns celebram modos de vida e orientações sexuais alternativas; alguns
promovem a criatividade coletiva e os trabalhos planejados em grupo; outros
reiteram a visão única de autores. Esta diversidade e qualidade caracteriza
tanto os grupos e artistas mais novos como os já estabelecidos. Novos artistas
chegam à cena, muito bem treinados, meditativos e equipados para apresentar
trabalhos soberbos que merecem atenção e aplauso”(SCHECHNER, 2013, p. 182).
Tanto os atores/atrizes, como os
expectadores envolvidos em uma apresentação artística participam de um processo
pessoal e são tocados e modificados, de alguma forma, por esta experiência. Daí
a importância da qualidade artística, no
trabalho do arte/educador de ensinar Teatro e desenvolver trabalhos artísticos
apresentados no final do processo, com um intento pedagogico, que leva em conta
as necessidades e interesses de cada indivíduo em formação, utilizando-se das
necessidades particulares dos estudantes ou da sociedade para formular seus
objetivos.
O Teatro/Educação e
as Performances Culturais
As fontes primárias são essenciais para o estudo e a
compreensão do Teatro/Educação e das Performances Culturais. Dentre estas
fontes, está a obra de Paulo Freire, o
autor da “pedagogia do oprimido”, com foco no humano e no social, tendo como objetivo
uma educação que ensine o educando a “ler o mundo” e transformá-lo, agindo a
favor da própria libertação. É uma fonte
que merece ser sempre revisitada, para o estudo e a pesquisa em Arte/Educação.
Para o estudo das
Performances Culturais se realize,
é necessário instaurar um drama social, um conflito pedagógico e não repetir os
autores, mas usá-los como fonte para a pesquisa; constituir o tema problema, o cerne da questão; e a avaliação de
Arte/Educação é a resposta de um problema instaurado, um pensamento
constituído. Pode-se ter como base primária neste estudo a obra de Richard Schechner. Segundo este autor, as encenações teatrais e as
performances são fundamentalmente processuais, como descreve:
(...) sempre
terá uma parte dessas atividades que estará em transformação, categoricamente
não definíveis. Mas todas as performances – definíveis e indefiníveis –
compartilham pelo menos uma qualidade: o comportamento em performance não é
livre e fácil.” (SCHECHNER, 2011, p. 156).
Os argumentos de Schechner explicitam a
complexidade da performance, como expressão de libertação, mas ao mesmo tempo
cuidando-se da técnica da arte como ação transformadora. Por outro lado,
percebe-se que na visão tradicional a função do Teatro era apenas montar
espetáculos, não se preocupando com a formação do indivíduo como sujeito
social. Trinta anos atrás, o Teatro/Educação ocupava um campo marginalizado no
meio acadêmico; até no próprio sistema
de ensino, apesar de uma lei que dava abertura para a o teatro nas escolas,
dentro da disciplina de educação artística, como atividade extra-curricular
(BELINKY, apud KOUDELA, 2011).
O antropólogo, filósofo e psicólogo Milton
Singer foi o primeiro a designar um conceito de Performances Culturais, mas que
para chegar neste conceito ele não só estudou, como vivenciou e experimentou os
objetos de pesquisa, para chegar na elaboração deste conceito; que
primeiramente está inserido numa proposta metodológica inter disciplinar, que
pretende o estudo comparativo das civilizações.
O Ruído e o Grito
das Realidades Infanto-Juvenis
No artigo “Sismologia da Performance: Ritual,
Drama e Play na Teoria Antropológica”, autoria
de Jonh C. Dawsey, é destacada a questão
do “ruído”, uma área interdisciplinar dentro de uma disciplina interdisciplinar. O “ruído” é tudo que está à margem e não está
na mesma freqüência, que destoa dentro de um contexto; é o que causa
inquietações e provocações, para que se faça algo para transformar e (re)significar.
Segundo Dawsey “(...) estudos
de performance demonstram um interesse marcante por elementos estruturalmente
arredios: resíduos, rasuras, interrupções, tropeços e elementos liminares.
Ruídos” (Dawsey, 2007). O “drama
social” se encontra no “ruído”, que é o
cerne da questão e onde se encontram os conflitos e os
estranhamentos, é o que precisa ser investigado.
Para
que se desenvolva uma ação educativa através do Teatro/Educação, é necessário
que o arte/educador esteja atento ao
"grito das realidades infanto-juvenis” , trazendo perguntas importantes a
partir dos conflitos e questionamentos
quanto ao contexto que vivem, em busca de encontrarem respostas ao desejo de se conhecer melhor e
conhecer melhor seu meio. Neste lugar também se encontra o “ruído”, e é onde está instaurado o “drama social”. O
educador deve ter o comprometimento de possibilitar que seus educandos
potencializem suas capacidades e suas forças, dentro de uma educação
libertadora, possibilitando uma formação que favoreça a atuação nas esferas
sociais, mas também na formação como ser humano singular dentro de uma coletividade.
O
processo de ensino-aprendizagem não deve ser focado somente no desenvolvimento
intelectual; mas também, no desenvolvimento das emoções, no conhecimento
pessoal, na expressão de seus sentimentos, no confronto de idéias, para estimular
a formação do pensamento crítico. Trata-se de ajudar este educando a descobrir o
mundo em que vive e seu papel nele, como sujeito de direito; estimular a capacidade de analisar a sua realidade.
Segundo Rubem Alves: “Só aprendemos aquelas coisas que nos dão prazer e é a
partir de sua vivência que surgem a disciplina e a vontade de aprender”.
Percebe-se, atualmente, que o
teatro se constitui uma volta ao coletivo, são formados grupos de estudos e
pesquisas para reflexão sobre a arte como agente de transformação social. É gratificante
se dar conta de que, boa parte de adolescentes e jovens podem se descobrir como
artistas no processo de Teatro/Educação; cujo resultado é a possibilidade de
dar continuidade no trabalho teatral, depois de passarem por um processo de
Teatro/educação; além do despertar para o auto conhecimento, e o conhecimento
de sua realidade sócio-cultural..
A metodologia Educação Popular criada e desenvolvida por
Paulo Freire; tem servido para a atuação das organizações dos movimentos
sociais e populares conforme a necessidade e a realidade, buscando respostas
para seus “gritos” e “ruídos”; e deve ser usada para a restauração da auto
estima, priorizando o protagonismo do educando, para que este saia da condição
de dependente e seja sujeito de sua ação e participação.
O Ator Teatral e o
Ator Social
O ato de se tornar ator/atriz é
visto em diferentes aspectos. Como descreve Odette Aslan, no prefácio da sua
obra “O Ator no Século XX, “há poucas publicações sobre o trabalho do Ator, ele
mesmo explica mal o seu processo de pesquisa, a utilização consciente de seus
limites.(...) O que faz o ‘ator’? O que faz um ator durante cada fase do jogo
teatral? Aprende-se atuar? Qual o destino do ator na sociedade do futuro? São
muitas perguntas para as quais não se tem resposta definitiva”. Estas são perguntas freqüentes para quem
decide optar por este ofício, para Aslan, é um exame das relações entre o ator
e a sociedade. A autora também considera a função do professor de Teatro,
descrevendo: “... O professor deve contentar-se em orientar, guiar, retificar,
adaptar. Não deve considerar-se o Mestre detentor da verdade, mas apagar-se
diante do aluno e do papel.” (ASLAN, 2010, p. XVII -XVIII.). Segundo Brecht, o
ator deve se preocupar com seu comportamento na sua profissão e na sua vida,
“onde a ética condiciona a técnica”. Sendo assim, cabe ao ator envolver-se com
as coisas do mundo como forma de imprimir no teatro uma postura política de
atuação. Para o autor, o Teatro ao mesmo tempo que serve de entretenimento, deve
levar o expectador à reflexões importantes sobre o
mundo, funcionando como um instrumento pedagógico, contribuindo de maneira
única para a experiência individual e a compreensão do homem (apud ASLAN, 2010).
Entende-se que o objetivo do
Teatro como Arte/Educação é de âmbito social e educativo, e não
profissionalizante. Mas é real que a possibilidade que um despertar para uma
profissão pode acontecer dentro de um processo arte/educativo voltado para o
social, com crianças, adolescentes e jovens, que vivem dentro de um contexto de
vulnerabilidade social. Onde são abertos horizontes e possibilidades para que
este educando se desperte profissionalmente, e vai em busca de um curso para se
profissionalizar; além da
formação humana dentro de um coletivo.
Este enfoque, já é
suficientemente desafiador para uma reflexão sobre o tema proposto.
Compreende-se que o Teatro/Educação provoca mudanças importantes nos sujeitos.
Uma transformação individual que influencia um todo; seja na experiência como
aprendiz de Teatro, ou como um indivíduo que visa um mundo melhor,
independentemente da formação profissional na área, enfatizando todo o
processo, e tirando a arte do Teatro da condição de atividade supérflua.
É importante ressaltar que nem todo ator teatral
cumpre a função de um ator social, e vice-versa. Na formação profissional de um
jovem ator, deve se levar em conta que o artista é um formador de opiniões; e através de seus trabalhos, ele tem
a função de provocador de uma reflexão sobre determinado assunto, e deve
expressar sua arte expondo conflitos humanos e dramas sociais, em vez de puro entretenimento. O ator social é o
sujeito que atua na sociedade, através de seu protagonismo, contribuindo para a identificação e
(re)significação de um “drama social”, favorecendo a inclusão social. O
Teatro/Educação tem função essencial na formação do ator social e do ator
teatral.
A
cultura massiva educa o aluno para não perguntar, pois o educador já chega com respostas e não problematiza as
questões; a problematização faz com que o aluno forme seu pensamento. Muitas
vezes, as pessoas são educadas para dar valor ao que vem de fora, para
assimilar e repetir outras culturas. É de suma importância, que a educação se
baseie na realidade vivenciada pelo
educando, para que ele possa se compreender melhor e o seu mundo, criando e/ou
potencializando suas forças, para a construção de um mundo melhor; seja ele, um
profissional do Teatro ou um sujeito protagonista de suas ações na sociedade.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
ASLAN, Odette. O
Ator no Século XX: evolução da
técnica, problema da ética / Odette Aslan; (tradução Rachel Araújo de
Baptista Fuser e J. Guinsburg), - São Paulo : Perspectiva, 2010. – (Estudos ;
119 / dirigida por J. Guinsburg)
BARBOSA, A.M. Arte educação no Brasil:
Realidade hoje e expectativas futuras. In
Estudos Avançados. São Paulo, 1989. 3(7) pgs.170 a 182.
DAWSEY, J. Sismologia
da Performance: Ritual, drama e play na Teoria Antropológica. Revista de Antropo, USP 2007 V50
número 2.
KOUDELA,
Ingrid Dormien. Jogos Teatrais/Ingrid
Dormien Koudela – São Paulo: Perspectiva, 2011. _ (debates : 189 / dirigida por
J. Guinsburg)
SCHECHNER, Richard. Vanguarda Conservadora.
Cadernos de Campo, no. 22, 2013, pgs. 180-192
SCHECHNER, Richard. Performers e Espectadores: Transportados e
Transformados. In Revista Moringa Artes do
Espetáculo. Vol 2. N1 (2011)